Litteraria

As horas vagas mais improváveis

Fanzine Libélula – Parte 4

Dando continuidade ao artigo Fanzine Libélula – Parte 3, ainda sobrava um restinho de fôlego nos editores do fanzine. Nós estavamos juntos ainda no propósito de fazer o zine, mas, passados quase 4 anos desde o lançamento do nº1, as coisas iam ficando mais complicadas com o passar do tempo.


Nesta edição entrou o Douglas, um amigo que fez curso técnico comigo. O que fazíamos era trocar mensagens via e-mail e assim juntamos material para o zine de forma relativamente demorada. Isso porque não conseguíamos estabelecer um tema específico para esta edição. O Douglas entrou com a proposta de uma ilustração, mas não deu muito certo. Então ele escreveu uma poesia. Por fim, o Ednei acabou juntando as pontas com o material que a gente já tinha (como ele sempre fazia, tenho que admitir) e o Robson deu um trato no layout. Este zine também saiu impresso em formato caderninho, A5.

Até hoje eu não sei dizer qual é exatamente o tema deste zine; acho que fiquei tão entorpecida com o fato de saber que ele era o último da série que eu meio que ignorei qual era a proposta dele. Depois desta edição, cada editor seguiu seu caminho e não nos reunimos mais para editá-lo.

No final de 2006, eu ainda não sabia ao certo o que aconteceria no fanzine; independente disso, eu tatuei uma libélula com asas de borboleta no meio das minhas costas. Como uma homenagem silenciosa e eterna ao fanzine que, em 4 anos de existência, conseguiu mudar radicalmente a minha visão de vida. Foi só a partir dele que eu comecei a pensar seriamente em seguir a carreira de acadêmica em Letras. E eu não consigo mais imaginar outra carreira que me faça tão feliz.

=D

Elise

4 comentários em “Fanzine Libélula – Parte 4

  1. Oi Elise.
    Tenho uma ideia para você. Não que você precise, acho que suas ideias são bastante interessantes e não necessita das minhas, mas eu realmente gostaria de ver você aproveitando a experiência do seu pai e transformando isso em literatura.
    Contos, romances, ensaios históricos, etc. Ele lhe daria um suporte invejável na área técnica, sem contar que você já deve saber muita coisa, por osmose.
    Histórias aeronáuticas são sempre fascinantes, e nesta época de steampunk, dá para criar enredos bem legais de 1a e 2a guerra. Sem contar aquela estória estranha do desaparecimento de um avião da Varig, nos anos 1970, que até hoje não foi explicada…

  2. Concordo com o Hiperespaço,aproveite esta epoca de Steampunk ,que esta em alta,e crie seus contos,eu adoro.
    Continuo a ti "seguir" a espera de novidades…
    Bjos e saudades de nossas conversas.

  3. Olá, Elise!

    Demorei um pouco desta vez porque agora sou eu que estou viajando, para um rápido descanso.

    Gostei muito de conhecer sua história com o Libélula! Muito bacana mesmo. É interessante ver como alguns detalhes em nossa vida parecem mudar todo o restante dela.

    Quem sabe, como os comentaristas anteriores sugeriram, você ainda decida escrever sobre algo mais. Ficarei muito feliz em acompanhar!

    Beijo para você!

  4. @Hiperespaço: Olá! Eu não sabia o que era steampunk, e assim que li a sua sugestão saí pesquisando. Gostei da ideia. Depois que li tudo, comecei a trocar ideias com o meu pai e já até esboçamos uma ideia do que pode ter acontecido com o voo que desapareceu na década de 70…

    @Gothic Lady Jordana: Hi! Sim, o Cerito me deu uma ótima ideia, a minha cabeça tá borbulhando… eu só preciso achar a medida de um conto, pq eu sempre acho que preciso escrever um livro sobre o que eu quero…

    @Adelson: Olá! O Libélula mudou mesmo uma parte da minha vida… eu nem sei o que vai ser dele, apesar das ideias que eu já tive, mas o que ficou dele foi importante demais pra mim…

    Obrigada por comentarem, amigos, e obrigada também pelas ideias que vcs me dão! Abraços! =D

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