Litteraria

As horas vagas mais improváveis

Descobertas da Semana – #8

Mais um Descobertas da Semana chegando! Excepcionalmente essa semana essa postagem está saindo na terça-feira; apesar de ter feito a lista ontem, eu não tinha condições de formatar e postar por motivos de virei a noite fazendo freela. Pelo menos eu enfiei na cabeça que não tenho mais vinte anos… 

Vamos às músicas?

Descobertas da semana – 05/03

Honey white – Morphine

Eu não ouço Morphine faz um século por motivos de “me lembra de alguém, meh”. Felizmente essa não faz parte das que eu conheço, então tô salva. Eu sempre achei legal o fato de eles tocarem sax (isso é sax?) e ele ser o instrumento mais sobressalente. Música interessante.

If you have ghosts – Roky Erickson

Parece boa, mas não algo que eu ouviria com frequência. Acho que o que tá me incomodando é o tom de voz do vocalista, meio agudo demais. Apesar disso, ouço numa boa se estiver passando em algum lugar, o instrumental é de boa.

Dead eyes opened – Severed heads

Isso não é o nome que eu escolheria pra uma música, muito menos pra uma banda, a não ser que fosse punk, o que não é o caso. Ela me parece muito boa como interlúdio ou trilha de fundo, mas só por causa da repetição do synth ao fundo. Ela tem, contudo, um problema fundamental: é enorme.

Marilyn, my bitterness – The Crüxshadows

Socorro, eu adorei o começo dessa música. Por que mesmo eu não parei pra ouvir Crüxshadows ainda? Ela tem o tipo de batida grave que me puxa pra dentro de uma música, e mesmo que nesse caso aqui o vocal vá ficando mais agudo, e que a música seja comprida, não mudou minha opinião sobre ela. Vai pra playlist.

Perpetual – VNV Nation

Eu já ouvi algumas coisas do VNV mas achei muito eletrônico – tipo trance ou house – pro meu gosto. Ela tem sete minutos – já entenderam meu lance com música comprida, né? – e é meio barulhentinha demais pros meus ouvidos. Acho que VNV é algo que não me vai, mesmo.

Gimme danger (Alternative ‘Violent’ Iggy Mix) – The Stooges

Eu não conheço muita coisa dos Stooges, mas sei que as músicas deles são legais. Essa, por exemplo, é bem legal. Eu li a história do Iggy – ou parte dela – no Please kill me e curti bastante. O nome da música é a cara dele.

 Blood and tears – Danzig

Essa música começou me dando sono. Não melhorou nem quando mudou o instrumental. Coisinha devagar, deve ser boa pra ouvir quando eu tiver menos agitada, mas por enquanto não serviu pra muita coisa.

The Forest – Carpathian Forest

Eu reconheço esse solo em qualquer lugar, seja lá de qual banda for. Nesse caso, foi de um cover. Eu ADORO The Forest, e esse cover tá com os instrumentos nos lugares certos, mas por que raios catódicos o cara resolveu sussurrar a música inteira? Será que ele não leu a letra antes de cantar? =P

Love spreads – The Stone Roses

Um rockzinho honesto. Acho que já ouvi falar dessa banda, mas não tenho certeza. A música serve como interlúdio entre músicas, desde que eu esteja ouvindo mais coisas com mais guitarras.

I like – Men Without Hats

A única coisa do Men Without Hats que eu conhecia era Safety dance e eu acho que vou me manter assim. Se bem que essa música é perfeita pra uma balada dos anos 80, esses synths são ótimos pra compor um set.

Ava Adore – Smashing Pumpkins

Preciso de uns segundos pra reconhecer, mas adoro essa música desde que a ouvi pela primeira vez. A voz do Billy Corgan não é lá essas coisas, mas a letra da música, por Apolo, é muito, mas MUITO interessante a partir de um determinado momento.

Someone’s calling – Modern English

Acho que eu já tentei ouvir algo do Modern English mas achei muito tranquilo pra mim. Não lembro. De qualquer forma, essa música é bem tranquila, com guitarrinhas no lugar e um ritmo legal.

Peter Gunn (feat. Duanne Eddy) – Art of Noise

O nome da banda entrega o que é essa música: barulho. Passo.

The Stand (Long version) – Alarm

Essa música tem dois minutos, se essa é a versão longa, a standard tem o quê, 45 segundos? Essa música tá aqui por um motivo que eu desconheco – ou pode ser culpa do Clash, aparentemente tudo é possível.

Tubular bells – Book of Love

Eu achei que ia gostar dessa música, mas ou meu sono tá me deixando chata, ou o algoritmo do Spotify foi particularmente cruel comigo hoje. Também é barulho aos meus ouvidos, apesar dessa batida repetida no começo.

Red flags and long nights – She Wants Revenge

As letras do She Wants Revenge são interessantes, mas, como disse o Ednei uma vez, não acontece NADA nos instrumentais das músicas deles. De vez em quando tem uma variação, mas não passa muito disso. Tear you apart – a mais famosa – é um belo exemplo. De qualquer forma, esses graves me puxam, e por mais que seja repetitivo, eu vou seguindo.

To the hilt – Die Krupps

Começou e eu ia dizer “de onde saiu isso?” mas ficou meio industrial de repente. Hm. Interessante, no meio de uma playlist mais adequada ela passa como interlúdio.

Blue Monday – Orgy

Essa eu escrevi o nome da música e fui ver de quem era o cover, porque eu já dancei tanto essa música que eu diria que meu coração se ajusta à batida dela quando ela começa. Parece boa, considerando a original do New Order, mas eu realmente prefiro a versão do NO do começo dos anos 1980, é ela que faz meu coração ajustar as próprias batidas.

Devil inside – INXS

Eu tenho essa música no HD, mas não tenho certeza de que eu já ouvi. O Michael Hutchence ter morrido do jeito que morreu foi um desperdício inacreditável, não tem uma música do INXS que não seja muito boa de ouvir por causa do vozeirão daquele homem.

A perfect day Elise – PJ Harvey

Er… oi? Eu fui procurar a letra dessa música, e pai, se você estiver lendo isso, pule pra próxima, por favor. Eu tive que conter uma risada quando li. Anyway, a PJ Harvey é maluca, e essa música vai pra playlist because of reasons.

Jeszcze Raz – Belgrado

Eu não faço ideia do idioma no qual essa música é cantada, mas é bem interessante, me lembrou Xmal Deutschland, mas menos annoying.

Ain’t it fun – Dead Boys

Parece música de moleque revoltado. Não me agradou muito, não.

Election Day – Arcadia

Também não sei de onde saiu isso. É meio estranha, não sei mesmo como isso foi pescado pelo algoritmo.

Partytime – 45 Grave

Não é possível, tá faltando o ritmo nessas escolhas. Isso parece metal farofa com vocal feminino. Nah, valeu.

Martyr – The Acryl Hearts

Quando vi o nome da música pensei “só conheço a do Depeche Mode”. Bingo! É um cover, e muito bem feito, por sinal. O vocal lembra vagamente o do Dave,  instrumental tá no lugar certo, muito boa. Não achei muita coisa sobre eles no Google, só sites de música, mesmo, mas tem o álbum “The best of Depeche Mode – The Acryl Hearts” no Spotify. Vou ouvir depois.

Polizisten – Extrabreit

Acho que é em alemão, mas é meio parada. Não me agradou muito não.

Salvation – The Cranberries

Uma porrada no prato da bateria me faz saber que música é essa. O Cranberries é mais uma daquelas bandas que eu não conheço muito bem, mas o que eu conheço, eu gosto pra caramba. Dolores nos deixou há pouco tempo, o que é bem triste, mas ela deixou essas músicas sensacionais pra gente. SALVATION IS FREE!

Nineties – Star Industry

Soa como um filhote do Sisters of Mercy. Parece interessante, não cansa e não é gigante. Boa pra ouvir numa boa, numa tarde de folga.

Don’t bang the drum – The Waterboys

Eu tô com tanto sono que ouvi o nome da banda e lembrei de uma música chamada The glamour boys. Vai entender. De qualquer forma, isso me lembra Midnight Oil (não perguntem), eu tava crente que ia aparecer o refrão de Truganini no meio dessa música. Mas se de fato fosse Truganini eu não ficaria me perguntando quanto falta pra acabar.

A small victory – Faith No More

Pô, eu conheço essa música, e gosto dela, e até hoje eu  não sabia qual era o nome! Thanks, lista. Well, o que eu digo? O Mike Patton é um demente e é por isso que todos gostamos de Faith No More. Certo?

Elise

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