Litteraria

As horas vagas mais improváveis

Descobertas da Semana – #5

Eis aí mais um Descobertas da Semana! Dessa vez eu tive que lidar com as propagandas porque o Premium foi pro saco – estaremos tentando consertar esse revés nas próximas semanas, mas não garanto nada, não que isso vá afetar a lista em si. Let’s go!

Descobertas da Semana – 12/02

Los niños del parque – Liaisons Dangereuses

É um tunts tunts interessante. No meio da música ouvi uma contagem em alemão e não consegui identificar muito bem o que veio depois. Mas tem espanhol no meio, o que é de se esperar já que o nome da música é em espanhol (embora isso não seja requisito, claro). Gostei do tunts tunts.

Shine on – The House of Love

Tem guitarra aos montes. Tava interessante até o refrão, que eu imagino que seja “she she she she shine on”. Tenta ler isso aí em voz alta. Pois é, não deu.

Adolescent Sex – Japan

Eu não tô conseguindo identificar muito bem pra que essa música serve. Nada nela tá me agradando particularmente, nem a letra, nem a melodia, nem essa guitarra bizarra, nada. De onde será que o algoritmo tirou isso?

Opium – Moonspell

Opa, bateria bem forte nessa. Vocal de música gótica. Eu devo ter ouvido Moonspell alguma vez na vida, mas não lembro. Essa é uma ótima música pra espantar vizinho chato. E não é comprida. Curti.

Go! (Single Edit) – Tones on Tail

É pra isso (também) que eu faço essa lista! Eu cansei de ouvir essa música em balada dos anos 80 e nunca cheguei nem perto de saber de quem era ou qual era o nome. Taí, essa eu conheço e faz tempo. E gosto bastante.

Kaltes klares Wasser – Malaria!

Eu adoro Malaria! (a banda, não a doença). Descobri a banda por causa de uma coletânea, e essa Kaltes klares Wasser é uma das que eu curto por causa do vocal e do baixo. E algumas músicas (como essa) são em alemão. Bem legal.

Brandon Lee – The 69 Eyes

Guitarrinhas e um vocal grave. Essa melodia por trás me faz lembrar alguma coisa que eu não sei dizer o que é. A música é boa, mas serviria como trilha de fundo pra mim.

San Diego (The Tragical) – The Eternal Afflict

Instrumental muito bom no começo. Mas acho que eu esperava um vocal um pouco mais grave e menos gritado. Lá pelo meio entra um lírico feminino que ficou interessante, mas parece que o fundo da música não acompanha o vocal principal, tem tanta coisa boa acontecendo ali atrás que o vocal acabou atrapalhando um pouco.

Insanity – Oingo Boingo

Eu vou confessar que meu conhecimento de Oingo Boingo se resume a três ou quatro músicas. Dito isso, essa música, além da variação do vocalista entre “cantar” e “recitar” a letra, tem uns vocais infantis/adolescentes no meio e ficou bastante interessante, pelo que eu entendi da letra. É longa (quase oito minutos de música) mas é uma baguncinha muito boa de ouvir. Gostei dessa música.

A daisy chain 4 Satan (Acid & Flower Mix) – My Life with the Thrill Kill Kult

Essa música é confusa, talvez por ser um remix. Talvez eu não estranhe tanto a música original, mas a baguncinha nessa música aqui não é lá muito agradável, porque tem uma galera gritando em algumas partes. Mas se a original for assim também, lascou-se.

Sunday – Sonic Youth

Eu lembro de ter pensado em ouvir Sonic Youth quando era mais nova, mas nunca nem tentei. De qualquer forma, essa música é legal. Um rock bem feitinho, bem legal pra ouvir numa boa num domingo (pun intended).

Release the bats – The Birthday Party

Eu só consegui tomar conhecimento do instrumental dessa música. O vocal é tão maluco que eu simplesmente ignorei que ele existe. Sério, estragou a música. Bleh.

Brighter than the sun – Tiamat

Não lembro quem me falou dessa banda. Como pra variar eu demoro pra ouvir algumas coisas, lembrei dessa indicação só agora. É uma música bem interessante, essa. Tem um interlúdio no meio com o vocal e o backing vocal entrando que me agradou.

The sparrows and the nightingales – Wolfsheim

Acho que essa foi a primeira música do Wolfsheim que eu ouvi. Desnecessário dizer que eu adoro a banda, e essa música é sensacional. A versão extended dela que toca em balada – que é essa que tá tocando agora, fazer o quê – é um pouco cansativa sem ser como trilha de fundo; eu prefiro a versão mais curta. Mas tudo bem.

(p.s.: WO IST DER FÜHRER DER MICH FÜHRT? ICH WARTE IMMER NOCH!)

In power we entrust the love advocated – Dead Can Dance

Essa eu já ouvi, mas foram poucas vezes. A maior influência que eu tive pra ouvir DCD foi o Marcel, que AMA a banda. Eu sempre tive a impressão de que DCD é música pra brisar, pra relaxar, e essa música é uma dessas que faz a gente brisar, de preferência de olhos fechados num lugar escuro.

Shining road – Cranes

Eu aaaaacho que eu já ouvi uma música do Cranes (Inescapable?). Essa de agora é gostosinha, mas talvez funcione bem como interlúdio. A melodia é bem legal.

Sixteen days/Gathering dust – This Mortal Coil

Também já ouvi This Mortal Coil, mas não lembro o nome da música. Essa daqui é longa – nove minutos –, e o instrumental dela é bem bom. Apesar disso, tem umas músicas desse estilo que são boas como trilha de fundo – principalmente se são longas, como a versão extendida citada acima –, e essa é uma delas.

Homosapien – Pete Shelley

Mais uma que pode servir como trilha de fundo, mas num dia em que eu esteja de boa fazendo alguma coisa enquanto ouço música. Sei lá, o instrumental dela é ok, o vocal é ok, mas não me chamou a atenção, não.

Are “friends” electric? – Tubeway Army

Por motivos óbvios eu lembrei do Philip K. Dick, mas deixa isso pra lá. Essa pode fazer parzinho com a coleguinha acima, porque não me chamou muito a atenção.

Lucky number – Lene Lovich

Eu literalmente não sei de onde saiu isso: nunca ouvi falar dessa banda/artista. É uma baguncinha animada, bem animada, e eu consigo me imaginar colocando isso pra tocar enquanto varro a casa.

Container love – Philip Boa and the Voodooclub

Ela começa um tanto sombria, mas dali a um tempo eu sinto que caí dentro de uma sketch daquelas com trilha do Benny Hill. O instrumental dá uma virada tão súbita e tão inesperada que eu estranhei que o baixo continue ali. Valeu, mas eu passo.

Warm leatherette – The Normal

Isso aqui de normal não tem nada. Eu gostei do modo como a letra é recitada, mas tem um som bem agudo que irrita bem rápido – eu ouço as músicas com fone de ouvido, e esse som agudo tá só no fone esquerdo. Ele some brevemente mas volta de novo. Isso me dá dor de cabeça, então infelizmente eu também passo essa.

I coldly stare out – Pink Turns Blue

Gostei dessa de cara. Tem um baixo por trás da bateria – a guitarra aparece mais um pouco mais pra frente na música –, e o ritmo do vocal é redondinho. Me lembra bastante dark wave, daquelas que quando começa a tocar a gente dança parecendo que tá tirando teia de aranha do ar.

Scarecrow – Siouxsie and the Banshees

Eu conheço essa banda, óbvio que eu conheço, mas já devo ter citado que gosto de duas músicas, três talvez. Nessa aqui eu reconheço um efeito que é a marca de Cities in Dust. De qualquer forma, se essa música estivesse numa coletânea ou numa playlist eu ouviria numa boa, mas não tomaria muito conhecimento.

So young – Suede

Eu já tentei ouvir Suede, mas lembro de não ter gostado muito do som. Well, continuo não gostando. Nada contra a banda, na verdade a capa desse álbum que puseram aqui no app é bem interessante, mas sei lá, alguma coisa nesse vocal e nessa guitarra me fazem correr pra longe.

Mindphaser – Front Line Assembly

Eu chutaria que isso é EBM se não fosse o synth mais agudo, porque ela tem toda a cara de industrial resvalando no EBM. De qualquer forma, se não é uma música pra ficar ouvindo direto – mas eu colocaria numa playlist daquelas feitas pra me empurrar pra frente –, ela serve pra expulsar os demônios numa balada.

Goodbye horses – Q Lazzarus

Ok, Spotify, eu já entendi. Eu tenho que assistir O silêncio dos inocentes de novo. Prometo que vou colocar na minha lista. De qualquer forma, essa é a versão original dessa música, é a que toca no filme.

Nowhere girl – B-Movie

No começo essa música tem bem cara de filme B. Daí entra um baixo bem interessante e uns synths que me lembram bastante o começo de I run, do A flock of seagulls. Daí entra o vocal, e eu fico entre estranhar o tom e curtir a melodia. Acho que eu colocaria numa playlist como interlúdio, ela não é tão estranha quando parece.

Tears run rings – Marc Almond

Essa voz é inconfundível, mesmo que eu não soubesse que o Marc é o vocalista do Soft Cell daria pra reconhecer. Mas acho que eu prefiro as músicas do Soft Cell… essa música é boa, sem dúvida, mas eu me acostumei com a banda.

Butterfly: Dance! (OOea Version) – Diary of Dreams

Não, não tem nada a ver com o grito da Copa, graças a Apolo. Essa música é muito, muito boa, apesar do synth agudo por cima dessa bateria deliciosa – se bem que ele combina bem com a música – e desse vocal maravilhoso. Eu acho que já ficou bem claro que eu gosto de vocal grave, né? Foi pra playlist.

Elise

Um comentário em “Descobertas da Semana – #5

  1. Eu tento ler "she she she she" em voz alta e de repente vai me aparecer uma golden shower lover. Nem vou tentar.

    Quando você diz que a música não é comprida eu imagino que ela tenha "só" seis minutos.

    "Eu adoro Malaria!" Dá a impressão de que os caras deram esse nome pra música UNICAMENTE pra alguém dizer essa frase em algum momento. xD

    No auge de minha leiguisse eu pensava que Oingo Boingo era uma música e só rssss

    Noutra leiguisse, eu vejo a banda chamada Tiamat e eu penso ser uma banda que toca músicas temáticas de RPG

    (Are "friends" electric?) Eu peguei a referência xD

    Warm leatherette, uma música pra dar dor de cabeça? Essa eu vou tomar como conselho e passar longe.

    Se o Spotify sabe que vc curte tanto o Silêncio dos inocentes eu fico imaginando o que ele adivinharia sobre mim.

    Butterfly pra mim é a abertura de Digimon. Eu Quase nem li que tinha o Dance ali na frente.

    Nossa, a coisa tá ficando tão longe do estilo de música que eu curto que tá ficando mais e mais difícil comentar hahaahah

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